um farol numa falésia

Viver no limite

Josef Bollwein

Josef Bollwein está habituado a fotografar pessoas no limite. Mas, para ele, normalmente isso significa atletas que enfrentam a fina linha que separa a vitória da derrota, ou que se encontram nos limites da resistência física. Afinal, ele é um profissional especializado em desportos motorizados e radicais. Assim sendo, o que o levou a abraçar este projeto diferente, relacionado com viagens?

"Sentia necessidade de explorar algo de novo", explica, "e fotografar na Bretanha com a minha Alpha 7R V demonstrou ser uma bela forma de mudar de objeto. Queria desafiar as minhas competências num contexto diferente e capturar perspetivas novas. Adoro a natureza e explorar, e a Bretanha apresenta uma imensidão de oportunidades de satisfazer esses gostos. As praias selvagens, os penhascos rochosos e o ambiente único desta região sempre me atraíram de forma especial."

uma onda a bater numa rocha no oceano Atlântico © Josef Bollwein | Sony α7R V + FE 12-24mm f/2.8 GM | 1/40s @ f/22, ISO 50

Mas não foi apenas o aspeto geográfico que Josef procurou documentar na sua viagem de 10 dias ao longo da costa atlântica de França: o projeto também lhe deu a oportunidade de conhecer a cultura e as pessoas desta região. "E apesar de muitas coisas serem novidade para mim, havia semelhanças com o meu trabalho anterior", continua, "porque grande parte da minha viagem envolveu a captura de movimento e ação, fosse dos intrépidos surfistas da região ou do incansável ondular das suas águas."

Ao falar da sua câmara Alpha 7R V, Josef destaca que "a sua alta resolução permitiu capturar a beleza natural ao longo da costa da Bretanha em todo o seu esplendor, e a excecional estabilização de imagem na estrutura (IBIS) do modelo em questão revelou ser valiosa para criar imagens de grande nitidez, mesmo em condições difíceis encontradas na costa."

pôr do sol sobre o oceano atlântico © Josef Bollwein | Sony α7R V + FE 12-24mm f/2.8 GM | 1/4s @ f/22, ISO 50

Confiando na capacidade da câmara para manter fotografias com obturador lento nítidas, ao fotografar o mar, Josef muitas vezes preferiu fotografar com a câmara na mão e manter a velocidade com definições como 1/15 segundos ou 1/4 segundos, conferindo à água uma maior textura e energia, que exposições mais prolongadas em caso de utilização de um tripé teriam atenuado. "Queria transmitir a beleza e o poder da natureza juntamente com aquela costa, com as ondas a rebentar", explica, "a IBIS ajudou verdadeiramente a obter imagens nítidas, mesmo no meio de ondas extraordinárias e ventos intensos."

uma onda a rebentar em frente a um farol © Josef Bollwein | Sony α7R V + FE 70-200mm f/2.8 GM OSS II + 2x Teleconverter | 1/160s @ f/14, ISO 100

Em algumas destas fotografias tempestuosas, Josef "queria enquadrar os famosos faróis da Bretanha face a uma atmosfera tumultuosa", afirma. "Sabia que utilizar distâncias focais mais longas iria enquadrar os edifícios solitários com águas hostis a toda a volta, mostrando a sua resiliência face aos elementos, à medida que estes atacavam por todos os lados", continua, "mas claro que a vista ampliada mostra mais vibração, pelo que, mais uma vez, a IBIS da câmara e a estabilização ótica da lente desempenharam um papel crucial na manutenção da estabilidade das fotografias." Ele explica a forma como o "teleconversor 2x com a lente de 70-200 mm ajudou a capturar esses detalhes distantes que conferem, realmente, vida às imagens."

Para a viagem, Josef combinou a Alpha 7R V com a Sony ZV-E1. As funcionalidades de time-lapse da ZV-E1 permitiram a Josef fazer vários clipes fascinantes da vida na costa da Bretanha. Esta técnica recorre à utilização do Temporizador de intervalo da câmara, configurado para tirar uma fotografia a intervalos de alguns segundos, e à combinação dos resultados com vista a ilustrar de forma deslumbrante a passagem das nuvens, as ondas do mar agitado e as pessoas em movimento no fotograma. Josef também acrescentou um pouquinho de movimento à câmara ao longo da sequência, o que proporciona um resultado ainda melhor.

 

 

As lentes que o acompanharam na viagem foram a FE 12-24mm f/2.8 GM e a FE 70-200mm f/2.8 GM OSS II, que, segundo Josef, "contribuíram para o sucesso do projeto. Este conjunto deu-me todas as distâncias focais de que precisava para contar a história da costa da Bretanha, e fê-lo com uma qualidade espantosa. O elemento de isolamento climatérico da câmara também significou que suportavam o ambiente hostil. Isto enquanto as aberturas de velocidade máxima das lentes me permitiram criar uma profundidade de campo reduzida ou velocidades do obturador mais rápidas, quando também as queria."

o sol a espreitar através de um arco em rocha no oceano © Josef Bollwein | Sony α7R V + FE 12-24mm f/2.8 GM | 1/50s @ f/14, ISO 100
Este projeto suscitou uma profunda ligação entre mim e a natureza", termina, "e uma verdadeira estima pela belíssima costa da Bretanha. Também, me fez querer explorar outras linhas costeiras, não apenas pela beleza natural, mas também pela oportunidade de conhecer e conversar com as pessoas que lá vivem. Alguns dos meus momentos favoritos ao longo do projeto foram aqueles em que conheci os habitantes locais, que partilharam as suas histórias acerca da região e sobre como é viver ali. Cada parte da viagem foi uma inspiração e estou satisfeito por ter comigo o meu equipamento Sony para me ajudar a contar a história."

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