Fotografar a vida selvagem é difícil. É necessário aproximarmo-nos do objeto para que este fique em destaque no enquadramento e o espetador possa ver todos os detalhes incríveis que costumam passar despercebidos. Contudo, se nos aproximarmos em demasia, afugentamos a criatura.
É por esta razão que as lentes macro da teleobjetiva, normalmente cerca de 105 mm, são a lente de eleição para vários fotógrafos macro. No entanto, existe um fotógrafo de vida selvagem que acredita que a Sony foi inovadora com a lente FE 70-200mm f/4 Macro G OSS II.
"É a lente perfeita", afirma Petar Sabol, um fotógrafo de vida selvagem que tira fotografias macro a insetos, aves e muito mais com frequência. "Ter uma lente de zoom com capacidade macro distingue a 70-200mm das lentes macro fixas, bem como garante aos fotógrafos uma enorme flexibilidade para diferentes utilizações."
"O melhor de tudo é que podemos ter uma lente perfeita para fotografia casual, de viagem, e similares, mas que tem, em simultâneo, uma capacidade semimacro", afirma Petar. No entanto, a lente tem outro trunfo na manga. "Se a utilizarmos com o teleconversor 2x, ela converte-se numa lente macro 1:1. É uma adição fantástica à mala do meu kit."
Desde que a adquiriu que a lente é uma constante na mala para câmara de Petar, já a tendo utilizado para fotografar uma grande variedade de objetos mais pequenos, incluindo libélulas e libelinhas, borboletas e até guarda-rios e guarda-rios-de-crista fêmea.
Petar lembra a sua oportunidade recente de fotografar um guarda-rios-de-crista fêmea no seu ambiente natural e como a sua lente Sony o possibilitou. "Estava a fotografar num esconderijo junto ao rio onde o guarda-rios-de-crista fêmea se alimentava", afirma. "Havia um ramo talvez a cerca de meio metro do esconderijo, pelo que esperei paciente e silenciosamente."
Com a lente instalada na sua Sony Alpha 7R V, Petar pôde utilizar o obturador silencioso e fotografar o guarda-rios-de-crista fêmea assim que este aterrou, sem que a câmara emitisse qualquer som. A Sony Alpha 7R V focou a lente de forma tão precisa que registou até o mais ínfimo pormenor e a beleza das penas da ave.
"Foi incrível conseguir essa fotografia, mas também não é algo surpreendente, tendo em conta a tecnologia que as câmaras e lentes da Sony têm na atualidade. Fazem um trabalho excelente, o que torna possível eu tirar fotografias como estas", afirma Petar.
Petar consegue fotografias incrivelmente detalhadas sem afugentar os insetos, com uma distância de trabalho de apenas 96 cm para imagens 1:1, graças à 70-200mm f/4 e ao teleconversor 2x. Esta tecnologia, aliada à perícia de campo que Petar desenvolveu ao longo de anos a fotografar vida selvagem, permite atingir resultados realmente impressionantes.
"Fotografar insetos é sempre mais fácil nas primeiras horas da manhã, altura em que estes ainda estão a hibernar; eles ainda estão a dormir e eu consigo utilizar isso a meu favor. À medida que o sol os aquece, tornam-se rapidamente mais ativos, pelo que existe uma janela de tempo limitada para captar estas imagens", afirma.
O ângulo de visualização da teleobjetiva da sua preferência também permite que Petar possa mover-se em torno do seu objeto, de forma a encontrar o plano de fundo perfeito à medida que o sol da manhã ilumina a erva e as folhas. "A lente cria um bokeh maravilhoso, que faz com que o objeto sobressaia na imagem", afirma Petar; e estes planos de fundo belos e desfocados tornaram-se uma característica proeminente do seu catálogo macro.
Quando Petar se quer sentir mais próximo do seu objeto, utiliza o botão de personalização da lente para ativar o modo de recorte APS-C da Alpha 7R V. "Apesar de a 7R V ter uma resolução de 60 milhões de píxeis e eu poder recortar as imagens posteriormente, às vezes é mais fácil vê-las através do visor eletrónico. Através do modo de recorte APS-C, posso fazer o recorte diretamente na câmara e ainda assim produzir imagens de 26,1 milhões de píxeis."
"Quero mostrar a beleza da natureza. Quanto mais atenção prestarmos à natureza, mais quereremos preservá-la e protegê-la. Essa é a mensagem mais importante", afirma Petar, e a tecnologia da lente 70-200mm f/4 Macro G OSS II e da Alpha 7R V permite-lhe conseguir as imagens que realmente pretende.
“É um prazer utilizar esta lente. Estou impressionado com o seu desempenho, mas também a aprecio, uma vez que fico sempre maravilhado e descubro novos detalhes dos objetos que fotografo", conclui.
"Tento sempre melhorar o aspeto das minhas fotos, independentemente do tempo que demore e do esforço que exija"