Süha Derbent é um fotógrafo profissional com mais de 30 anos de experiência que tem viajado pelo mundo a fotografar algumas das criaturas mais incríveis no planeta e as suas fotografias podem ser compradas no Getty Images. Na sua mais recente aventura, deixou de lado o seu kit de câmara habitual e trocou-o pela potente Sony RX10 IV para fotografar raposas em temperaturas até -28 ºC.
As raposas conseguem ouvir os passos dos ratos nos seus túneis debaixo da neve. A raposa consegue andar o dia todo, mas quando ouve o ruído de um rato debaixo do solo, levanta as suas orelhas. Assim que vejo uma a inclinar a cabeça, sei que ouviu um ruído e está a preparar-se para caçar.
A sua câmara de eleição habitual é a Sony α7R III, uma câmara de lentes amovíveis. Porém, na sua recente aventura para fotografar raposas nas temperaturas geladas de Kars, Turquia, esteve a fotografar desde o amanhecer até ao anoitecer com a câmara compacta premium Sony RX10 IV.
Faço longas viagens para chegar à vida selvagem", conta, "e é um verdadeiro desafio carregar o equipamento pesado. Por isso, a RX10 IV é ideal, uma vez que é tão leve e elimina o entediante e exaustivo processo do transporte do kit pesado em viagem. Além disso, o sensor Exmor RS tipo 1.0 de 20,1 megapíxeis da câmara significa que não tenho de fazer cedências na qualidade de imagem.
Para conduzir, caminhar pelas florestas e encontrar raposas a diversas distâncias, Süha precisou de uma câmara que fosse muito flexível com a forma como trabalha. O tamanho e o peso fazem da Sony RX10 IV uma câmara ágil de utilizar, mas o grande destaque vai para a lente equivalente de 24–600 mm oticamente estabilizada.
Foi esta lente que permitiu a Süha captar as imagens incríveis das raposas sem ter de recorrer à grande lente teleobjetiva que utilizaria normalmente num safari. "Um zoom de 24 mm para 600 mm já é um grande conforto, mas, tal como a α7R III que utilizo normalmente, a RX10 IV possui um sistema de autofocus muito rápido. A velocidade de seguimento do autofocus é realmente impressionante."
Contudo, a impressionante lente é apenas parte da história. Se quisermos captar a ação, precisamos de uma câmara que reaja rapidamente. "Ao fotografar a vida selvagem", explica, "utilizamos sempre as nossas câmaras no modo de captação contínua e, com uma taxa de captação em sequência de 24 fps, a RX10 IV é incrivelmente rápida. Imagine que viajou quilómetros, encontrou o animal em condições naturais difíceis e está tudo a correr como planeado, mas a sua câmara não consegue acompanhar esta velocidade. Não quero sequer pensar nisso! Com a RX10 IV, temos uma certeza praticamente garantida de que não vamos perder nada da ação."
Este projeto de Süha, em Kars, foi a primeira vez que utilizou a RX10 IV num ambiente extremamente frio, pelo que estava um pouco hesitante com o desempenho da câmara a baixas temperaturas e devido à elevada altitude da cidade, porém, não havia motivo para preocupação. "Estava a fotografar em condições muito difíceis, com temperaturas até -28 graus, e a minha experiência diz-me que temos de manter a câmara e as baterias protegidas do frio. Porém, fiquei admirado, a bateria totalmente carregada com que comecei o dia permitiu-me continuar a fotografar durante todo o dia!"