ponte em xangai à noite

Visões da China

João Branco

“Para mim”, começa por dizer João Branco, “viajar é uma das melhores coisas que uma pessoa pode fazer com o seu tempo. Novos locais proporcionam acesso a experiências enriquecedoras que contribuem para uma maior abertura mental. Como fotógrafo de paisagens, viajar é também a oportunidade perfeita para descobrir cenários inspiradores.”

torres impressionantes à noite na cidade de chongqing © Joao Branco | Sony α7CR + FE 16-35mm f/2.8 GM II | 4s @ f/10, ISO 100

Com fotografias publicadas pela National Geographic e a BBC Travel, João afirma que a sua principal motivação é fazer com que as pessoas apreciem a beleza do planeta. “Quando uma paisagem me impressiona ou me desperta emoções, quero partilhá-la. As memórias desvanecem-se, mas a fotografia é algo que permanece para sempre.”

Preferindo visitar locais fora dos circuitos habituais, João tornou a China um dos seus destinos de eleição. “Já viajei para lá mais de 60 vezes, mas o engraçado é que sinto que mal arranhei a superfície”, afirma. “Adoro as pessoas e a cultura, e o país tem paisagens e horizontes infinitamente belos. É um lugar repleto de maravilhas, e alguns locais parecem saídos de um filme de fantasia.”

pôr do sol sobre uma aldeia nas montanhas © Joao Branco | Sony α7CR + FE 16-35mm f/2.8 GM II | 1/30s @ f/22, ISO 100

João passou três semanas na China na sua visita mais recente, começando em Xangai e seguindo depois para visitar a Floresta de Zhangjiajie, a Cidade de Chongqing, o Monte Fanjingshan, os Terraços de arroz de Longji, Guilin e Wangxiangu. “Foi uma aventura de viagem de comboio de 4000 km”, recorda. “O objetivo foi, como sempre, aprender, vivenciar e captar as vistas mais deslumbrantes que conseguisse encontrar.”

ponte de pedra sobre um pequeno rio nas montanhas © Joao Branco | Sony α7CR + FE 16-35mm f/2.8 GM II | 1/50s @ f/10, ISO 100

Como tantas vezes acontece nas suas viagens, João voltou a surpreender-se com a ausência quase total de turistas ocidentais em muitos desses locais incríveis. “Há ocidentais que visitam a China, mas normalmente ficam-se pelas grandes cidades e pelos lugares mais conhecidos. Eu era o único nos templos de Fanjingshan e Wangxiangu. São muitos os turistas chineses e eu adoro interagir com eles e com os habitantes locais. Gostam de praticar o inglês e alguns até quiseram tirar selfies comigo, pois raramente veem estrangeiros.”

formação rochosa nas montanhas da china © Joao Branco | Sony α7CR + FE 16-35mm f/2.8 GM II | 1/160s @ f/10, ISO 100

Engenheiro de formação, João compreende perfeitamente a importância de usar as ferramentas certas, por isso escolheu a Sony Alpha 7CR como parceira nesta viagem. “Duvido que exista uma câmara melhor para viagens e fotografias de paisagem”, admite. “Oferece uma combinação impressionante de potência e facilidade de transporte, essencial em viagens como esta. Quero a melhor resolução possível para captar todos os detalhes incríveis de locais como os Terraços de arroz de Longji, mas a mil metros de altitude, sente-se cada grama na mala durante a subida. A Alpha 7CR ajuda imenso nisso.”

“Mas isso não compromete a qualidade da conceção”, continua. “Estava húmido, chuvoso, poeirento e quente, e a câmara esteve fora da mala a maior parte do tempo. Mas mesmo quando substituí as objetivas no nevoeiro da Floresta de Zhangjiajie, não tive qualquer problema. Acho que ajuda o facto de a câmara ter sido concebida para ser o mais pequena possível. É tão compacta que nem há espaço para a sujidade entrar!”

teleféricos numa montanha com nevoeiro © Joao Branco | Sony α7CR + FE 16-35mm f/2.8 GM II | 1/125s @ f/10, ISO 2000

Apesar de ser muito mais pequena do que câmaras com resolução equivalente, a Alpha 7CR continua a ter todas as funções de que precisa, refere João. Uma delas é o bracketing de focagem, uma função que utiliza para obter a máxima nitidez nas suas captações. “O bracketing de focagem permite-te produzir todas as imagens focadas de que precisas para criares uma fotografia com focagem empilhada”, explica. “É muito útil para paisagens.”

“Mesmo com os 61 MP de resolução da Alpha 7CR e uma pequena abertura, uma única fotografia só estará perfeitamente nítida na área focada”, continua. “Mas, ao configurar a câmara para tirar automaticamente três imagens em simultâneo – a primeira focada no primeiro plano, a segunda no plano intermédio e a terceira no plano do fundo – é possível combiná-las para obter uma nitidez perfeita em toda a imagem.”

aldeia junto às margens de um rio, rodeada por montanhas altas © Joao Branco | Sony α7CR + FE 16-35mm f/2.8 GM II | 1/200s @ f/10, ISO 100

O João também confia no excelente desempenho ISO e na impressionante gama dinâmica da Alpha 7CR.

“Os sensores da Sony têm a capacidade de captar todos os detalhes na escuridão”, afirma. “Por isso, se estiveres a fotografar à noite com ISOs elevados, o ruído será mínimo. Mas o ISO e a gama dinâmica também são fundamentais quando é preciso equilibrar as zonas de sombra com as altas luzes. Com as imagens RAW desta câmara, consigo fotografar facilmente um nascer do sol, certificando-me de que as altas luzes não ficam queimadas e, depois, destacar as sombras sem que estas ganhem ruído ou percam detalhe. É incrível.”

“Viajar por lugares como a China ensinou-me, acima de tudo, que o nosso planeta tem muito para oferecer”, conclui. “É compreensível que as pessoas estejam absorvidas nos assuntos humanos e que o mundo enfrente muitos problemas neste momento, mas ao contemplarmos a maravilha da geografia esculpida ao longo de milhões de anos, ganha-se uma nova perspetiva. A maioria das pessoas realmente não se apercebe da beleza que existe por aí, mas, juntamente com a Alpha 7CR, espero mudar isso.”

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