albert dros a fotografar o nascer do sol num lodaçal

Crescer com o sistema Sony Alpha

Albert Dros

Há 10 anos, a Sony criou o inovador sistema sem espelho Alpha, que revolucionou o mundo da fotografia. Passou-se também uma década desde que Albert Dros começou a sua odisseia fotográfica. Com um portefólio que engloba a vida selvagem, a cidade e o mar, há muito tempo que produz trabalhos panorâmicos deslumbrantes: "mas tive sorte por ter começado com a Sony", confessa.

luzes traseiras de um carro captadas junto de um canal na holanda © Albert Dros | Sony α7 + FE 16-35mm f/4 ZA OSS | 6s @ f/8.0, ISO 100

Ao lembrar as suas primeiras experiências, enquanto fotografava com a Sony Alpha 7 nas ruas movimentadas de Hong Kong, Albert estava a descobrir, em simultâneo, a arte de captar imagens. "Durante muitos anos, fui realizador em vez de fotógrafo", explica, "e, ainda que tivesse utilizado estruturas da Sony como a NEX-5 e NEX-7, foi para gravar vídeos. Contudo, viver em Kowloon fez com que ficasse rapidamente viciado em documentar a cidade. É um local tão cativante. Estava obcecado com as luzes de néon refletidas nas ruas e a Sony Alpha 7 ajudou-me a captá-lo. Assim que adquiri a Alpha 7 II, comecei a fotografar todos os dias e a toda a hora!"

cena de um mercado de peixe exterior © Albert Dros | Sony α7 II + FE 55mm f/1.8 ZA | 1/60s @ f/1.8, ISO 100

Mas, segundo Albert, os ambientes que queria captar eram complexos, "o que significava que as técnicas envolvidas eram igualmente complexas. Não consigo imaginar uma melhor parceira do que aquelas primeiras estruturas Alpha."

paisagem urbana noturna com um arranha-céus alto © Albert Dros | Sony α7R II + FE 16-35mm f/4 ZA OSS | 15s @ f/10, ISO 100

"No início, havia várias funcionalidades criadas pelos engenheiros da Sony que combinavam perfeitamente comigo", continua. "A primeira era a qualidade de imagem. Era excelente. Assim que comecei a trabalhar com ficheiros RAW da Alpha 7, ficou claro que podia fazer muito mais do que antes. A gama dinâmica era incrível e dava-me a liberdade de captar cenas de alto contraste com uma única exposição. Esta tecnologia elevou a minha própria fotografia."

"Esse desempenho manteve-se com a chegada das estruturas das séries Alpha R e S", afirma Albert, "e a primeira Alpha 7R deslumbrou-me. Tinha 36 megapíxeis. Mais ninguém disponibilizava nada desse género. Os detalhes eram incríveis e até hoje adoro as câmaras da série R por causa da liberdade que me concedem para editar, cortar e fazer impressões em tamanhos gigantes."

perspetiva sobre um lago azul nas montanhas © Albert Dros | Sony α7R II + FE 16-35mm f/2.8 GM | 1/500s @ f/8.0, ISO 160

Albert também utilizou a Alpha 7S: "o desempenho ISO era formidável", recorda, "e as câmaras Alpha fizeram com que a fotografia à noite fosse muito mais fácil para mim. Aliás, todas estas estruturas foram um grande choque para a indústria."

Para um fotógrafo viajante como Albert, a Alpha também oferecia uma característica vital: facilidade de transporte. O melhor exemplo disto ocorreu meia década mais tarde, quando Albert se encontrava ao lado do vulcão Fuego na Guatemala. "Estávamos em 2017 e queria captar a erupção com a Via Láctea como fundo", recorda. "Foi uma caminhada brutal, a centenas de metros do nível do mar e com uma exposição muito complicada, mas a Alpha tornou tudo possível."

vulcão fuego em erupção na guatemala © Albert Dros | Sony α7R II + FE 55mm f/1.8 ZA | 10s @ f/1.8, ISO 3200

"Não era o sítio mais seguro para fotografar naquela altura", continua, "pelo que disfarcei o meu kit numa mochila foleira de turista. Levei uma Alpha 7R II, lentes FE 16-35mm f/4 ZA OSS, FE 50mm f/1.8 e FE 85mm f/1.8, entre outras, tendo sido tão bem desenhada que coube juntamente com o restante equipamento de que precisava para lá ficar toda a noite. Com esse nível de facilidade de transporte, a Sony tornou os meus percursos literais tão fáceis como o fotográfico."

Ao longo dos anos, Albert sente que observou uma mudança na trajetória da Sony, bem como na sua. "No início", explica, "todas as estruturas eram muito inovadoras, o que ainda é verdade. No entanto, com as câmaras mais recentes, os avanços atuais concentram-se mais na função. As alterações na qualidade de imagem não são tão significativas como antes, porque a Sony já nos surpreendeu com o que fez. Agora estão a inovar noutras áreas, como nas lentes, ergonomia e focagem automática."

câmara sony alpha num tripé em frente ao horizonte do dubai

"Há 10 anos, era um sistema completamente novo, pelo que não havia tantas lentes", continua. "Mas, até agora, a escolha tornou-se não só incrível, como também foram desenvolvidas muitas óticas de modelos Mark II. São muito mais leves, o que é fantástico, e posso transportar um conjunto de lentes por uma cidade ou montanha sem me sentir nervoso. Normalmente, levo a lente FE 12-24mm f/2.8 GM ou FE 16-35mm f/2.8 GM II na extremidade mais ampla, dependendo de onde for fotografar."

À medida que a viagem se desenrola, parece não haver maneira de parar Albert, nem a Sony Alpha.

Ficou logo claro que a Sony nunca iria desapontar nas inovações. Serão sempre responsáveis por impulsionar a inovação na fotografia. Praticamente, crescemos juntos. Eu como fotógrafo e a Alpha como marca."

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